terça-feira, 31 de agosto de 2010

São João

Feriado de são joão mazelado na casa de Koda, amigo de infância, quatro dias só se alimentando de hambúrguer, vinho cerveja e maconha. No meio do feriado, o diálogo ao ver o ecossistema que a pia havia se transformado:

eu: hoje tu vai lavar os pratos.
Koda(indignado): por que eu?
eu: PORQUE HOJE TU NÃO LEVANTOU NEM PRA ACOCHAR O BASEADO, PORRA.

sábado, 28 de agosto de 2010

Relacionamento aberto

Quem porra teve a idéia de criar o'relacionamento aberto',
podia ter feito a porra de um manual, pra fazer teu namorado
não sofrer por vc querer ficar com mais alguém além dele.
Mesmo sendo uma vadia insensível como eu, confesso que foi difícil
agir como messalina e dizer que fazia sentido o que eu queria,
e que se não fosse assim a gente terminava ( ô, maldade! ).
Mesmo assim eu fiiz, e agora tô livre pra pegar o mundo,
e continuar com ele! o que não faz um homem apaixonado...

achei esse post meio sem pé, nem cabeça, né?
deve ser pq eu tô high!
sóóóóó!

;D

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Preferências

Conversa de mesa de bar:

Fera: então, Maria, se tu tivesse que escolher, preferia deixar de ser sapatão ou maconheira?
Eu: Porra, não faz pergunta difícil.
Lolie: assume, vai tu preferia deixar de ser maconheira!
Eu: pô... sei não. Se eu deixasse de pegar mulher, ainda ia ter homem como possibilidade de pegação. E se eu deixasse de fumar maconha, porra?! o que ia substituir?
Todas: pô... hum... é...
Eu: pô, mas deixar de pegar mulher... PORRA, NÃO FAZ PERGUNTA DIFÍCIL, merda.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Decepção

Um dos homens mais bonitos que conheci até hoje escreve mal pra cacete.
Quase precisei de um dicionário de hieróglifos pra decifrar a mensagem.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Compras

Marimar: bora parar de conversa, caralho e vamo ver logo o que a gente vai comprar pra comer na viagem.
Eu: 2 cinquentinhas de maconha.
Marimar: tem que levar Pitú. A gente leva uma pra cada dia, então são 7.
Maria Mercedes: po, tem aquele licor de menta que o Kadet compra por 4 real!
Eu: compra 4 garrafas daquele vinho que a gente tomou em BH!
Marimar: Compra açúcar pra fazer as bebidas!
Eu: é bom a gente levar um licor de jenipapo, que é bem regional
Maria Mercedes: ei, carai! tem que levar doritos pra gente peidar na barraca depois de comer!



Cacete, por incrível que pareça eu sou a mais mocinha das 3.

Queta

Marimar é a única pessoa que eu conheço que não fuma maconha, mas cheira quetamina. Deve ser por que na família dela, a pior coisa que existe é ser maconheiro.
E, para quem não sabe, quetamina, ou, carinhosamente, Queta, é uma anestesia pra cavalo que, quando colocada sobre um papel alumíno e levada ao microondas, vira um pó alucinógeno e que você se sente dentro e um videogame. Assim, dizem, né? porque eu cheirei essa merda quatro vezes seguidas e não tive foi nada. Assim como quando eu fumei Salvia. É por isso que eu gosto de maconha. Sempre fico chapada.


Relaxa e Espera

Manuel(tom de alegria): Quer um conselho, Maria? Quando algo não der certo, é por que não era pra ser, então, simplesmente relaxa e espera, que algo muito melhor vai acontecer!

Eu: quando quero relaxar, eu só fumo um.

Queijo de Minas

Eu e a Camaleoa conversando sobre a não-trepada dela com um cara de minas metrossexual virgenzinho que ela pegou num congresso:


Eu: mermão, POR QUE você não deu pra ele?
Camaleoa: é, rapaz, nem comi o queijinho mineiro U_U'
Eu (depois de pensar): eca!
Camaleoa: o que foi, mano? Eu não tirei o queijo, po, não comi o virgenzinho!
Eu: mermão, o que eu pensei de queijo, foi quando o cara não lava direito o pau, ai fica aquela coisa nojentinha O.o
Camaleoa: não, po, ele era limpinho, bem limpinho e sempre tava muito cheiroso!
Eu: ...
Camaleoa: (depois de pensar um tempo): ECA, VÉI!




Persuasão 2

Em uma viagem pra João Pessoa:

Marimar: e aí, a gente vai fazer o que amanhã?
Eu: vamo pra Praia do Jacaré.
Marimar (em tom de que não queria ir): po, mermããããão... tava afim não.
Eu: bora, po.
Marimar: e tem o que lá?
Eu: gente bonita.
Marimar: tá bom, me convenceu.


Terminou que a Praia do Jacaré é um rio, tava chovendo, a gente não viu a droga do por-do-sol e não tem gente bonita coisa nenhuma.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Persuasão

conversa minha em um final de semana recentemente com amigas antigas:

Eu: po, to afim de viajar com a língua furada.
Camaleoa: faz isso agora não...
Cheshire: é, po, espera pra quando voltar.
Eu, po, mas é que eu quero ir com a língua furada. Acho que vou fazer isso essa semana.
Cheshire: mermão, tu não vai poder beber!!
Eu: isso aí não é problema não
(as duas fazem cara de espanto)
Camaleoa: po, tu não vai poder se agarrar! é 15 dias sem beijar!
Eu: meo... aí é complicado... mas besteira!
Cheshire: mermããão... tu não vai poder FUMAR MACONHA!
Eu: ta bom, me convenceu.


E convenceu mesmo. Só vou furar quando voltar. Tem coisa mais importante que a estética, né, gente?




O cemitério e a empregada

Numa bela tarde, meu colega sem nada pra fazer em casa.
Vai no cemitério (para quem não sabe: cemitério é o local onde o fumante junta todas as bagas, para uma reutilização. Maconheiro-sustentável, de bem com o ecossistema!), e encontra vários restos mortais de becks (para quem não sabe: beck é baseado), resolve juntar e torrar, ali mesmo com os amigos.
Encontram também um vinho no bar da sala e resolvem beber.
Todos pegam no sono, que nem percebem.
Mais tarde, os meninos saem e a empregada chega queixando-se da bagunça e dizendo que vai contar ao pai.
Quando o pai chega, a confusão tá feita.
A empregada corre pra contar as últimas notícias...

-Seu Adroaldo, o seu filho estava aqui, com vários amigos, fumando MACONHA, deixaram a maior bagunça a casa fica o maior fedor, beberam vinho e eu ainda achei um pedaço do fumo no cinzeiro, tá aqui, ó!

O pai vem enfurecido:
- Seu filho de uma puta, QUER DIZER QUE VOCÊ TOMOU MEU VINHO?!?

Moral da história: sempre que fumar um em casa, tome o vinho do seu pai.


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Pegasse, véi?

Fazia tempo que nós, 3 vadias de carteirinha não íamos pra boate juntas - boate gay, nem precisa dizer, né?
A noite tava uma maravilha, estávamos bêbadas, Marimar já tinha agarrado milhares de carinhas que eu arrumava, exatamente assim:

Chegava no boy e perguntava, na cara de pau: e aí, tu é gay?
E alguns: não, por que? (cara de espanto)
E eu: ah, po, beleza! que massa, fica ali com minha amiga!
E a vadia só se dando bem às custas da minha cara de pauzisse.

Eu, cada vez que ia no banheiro ou pegar bebida - claro - agarrava alguém diferente, e a Maria Mercedes tava no mesmo esquema.

Aí, tipo, umas 05:30h de la manhã, Marimar tava fazendo as últimas pegações com o boy da vez, porque já tava na hora de pegar o ônibus (a gente é linda, absoluta mas é pobre e volta pra casa de ônibus) e já estávamos passadas de bêbadas e cansadas. A Maria Mercedes me puxa pro cantinho e diz:

- Ei, po, segura ai uns 15 minutinhos que eu vou ali agarrar uma racha que eu volto já!

Eu disse que tava beleza, que esperava. Ai a Maria Mercedes foi caminhando e cantando e seguindo a canção e eu, muito curiosa, queria ver quem era a menina, fui seguindo ela com o olhar pelo espelho da boate. Olhei a menina que tava com ela, olhei de novo... e a cara não me era estranha...
ai, ela volta, né, e eu inicio o diálogo:

- E aí, véi, pegasse?
- Peguei, po!
- E aí, gostasse?
- E então! na moralzinha!
- É, pô, peguei ela lá em cima também!

Final das contas: risada durante todo o tempo que a gente continuou esperando a Marimar terminar de se agarrar.


Vamo queimar essa coisa!

A maior parte das histórias acho que são dos congressos da vida.
Eis mais uma:

Viagem, Rio de Janeiro Cidade Maravilhosa, gentxi bunita, sexo, drogas, gaiola das popozudas...
Aí que aconteceu o inesperado, né?
Eu e a Maria Mercedes tínhamos a maconha, mas NÃO TINHA A SEDA!
Cacete, todo maconheiro que se preza tem um livrinho de papel finíssimo - seda, para os conhecedores - dentro da mochila, mas a gente não. E a vontade de fumar apertando e a gente sem seda pra apertar o baseado.
Aí gente tava acampando, e eu saí de noite, de barraca em barraca, perguntando se a galera tinha seda, e NINGUÉM quis doar seda pra uma pobre dependente química. Até que eu acho um loirinho maaaaaaaaaaaravilhoso (gostoso mesmo, mas não da pra ficar falando isso porque eu sou bi e não quero assustar as gatinhas), andando sem rumo pelo acampamento, e pergunto se ele tem, né? porque a seda era mais importante. Ele pediu pra esperar e me deixou plantada no meio do acampamento durante uns 10 min e apareceu com a seda. Meus olhos brilharam de tanta emoção. É claro que eu pensei em uma pegação com ele, mas o loirinho, que é meu conterrâneo, mas eu não conhecia antes disso, tinha uma namorada chata pra cacete e feia (não é despeito, acreditem em mim). Então, né, só me restou voltar pra barraca e curtir a lombra com a Maria Mercedes que não teve coragem de me acompanhar na empreitada de mendigar seda aos acampadores vizinhos.
No outro dia de manhã (na verdade, de madrugada, porque 6h da manhã é madrugada), eu não sabia por que raios de porra eu tinha acordado tão cedo e não conseguia mais dormir, enquanto a Maria Mercedes roncava e me matava de inveja, porque eu queria fazer a mesma coisa.
Resolvi então abrir a barraca e olhar a cara do céu, já que tava chovendo que só a porra no Rio quarenta graus. Assim que eu abro a minha barraca, o loirinho, que até hoje não sei o nome, olha minha cara e diz:

- Po, eu tava vindo te chamar agora pra gente queimar essa coisa! e aí, tas fim?

Eu, como sou boa moça (creia) perguntei da namorada, e obtive essa resposta:

- Po, ela tá chata e não quer.

Depois disso, eu tive certeza que eu ter acordado cedo era um sinal de Jah, e que minha vida é linda. E que eu nem havia escovado os dentes (comido muito menos - e eu também não tinha comido ninguém naquela noite) e já tava fumando um.
Vale salientar aqui que dias depois do acontecido que narro agora, a gente terminou fumando o baseado enrolado em papel higiênico mesmo. Tudo menos deixar de lombrar.